quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Visita ao Shopping Oiapoque

Alunos: Clara Tannure
Daniel Henrique
Junio Augusto
Luiza Castro
Sarah Telles


Com base na proposta feita pela prof. Cristina, da matéria de Psicologia do Consumidor, fomos ao Shopping Oiapoque vestidos com roupas simples e outras mais elegantes para ver como seria o tratamento dos funcionários com os clientes, que estavam sendo representados por nós. Dessa forma, poderíamos ver se haveria algum tipo de diferença no tratamento, tendo com base a forma como o cliente estava vestido.

Clica no link para visualizar a apresentação! >>> Oiapoque

Visita ao Shopping Diamond Mall

Componentes:

Anaíse Stefanie
Milena Lages
Taís dos Santos
Thais Caroline
Thayssa Ferreira



Tarefa: ir ao Shopping Diamond Mall (classe AA), bem vestido e/ou mal vestido e analisar o comportamento do público e dos atendentes/logistas. Posteriormente, relacionar com o Capítulo "Comportamento de Compra do Consumidor", do livro "Comportamento do Consumidor" de Beatriz Santos Samara e Marco Aurelio Morsch.


Aqui segue o link dos slides para apresentação.



Recriação dos produtos "mirabolantes"

Componentes: 

ERIC SANTOS
MILENA LAGES
THAYSSA FERREIRA




Tarefa: recriar os produtos mirabolantes inventados em sala de aula, dando credibilidade a eles, utilizando como base o Capitulo "Compreendendo o Consumidor" do livro "Comportamento do Consumidor", de Beatriz Santos Samara e Marco Aurelio Morsch.


Com base no livro, foi feito uma análise em relação ao produto criado por nós. Uma vez que o marketing e suas estratégias afetam diretamente as decisões de compra do consumidor, procuramos desenvolver designs chamativos e personalizados, e também levar amostras “físicas” dos produtos oferecidos, para que nossos clientes pudessem ver de perto suas funcionalidades e assim tentar convencê-los de que realizar a compra seria o melhor para eles. “Aceitando-se o conceito de marketing, seus princípios e aplicações, compreende-se que todas as decisões mercadológicas devem se centrar no cliente e não no produto ou na empresa”. Sendo assim, buscamos nos focar inteiramente no público alvo para melhor atende-lo em suas necessidades e com isso despertar nele o desejo de compra. (SAMARA, MORSCH, 2005, p. 12)

A preocupação maior foi de deixar claro ao nosso público também as restrições do produto, se ele é ou não hipoalergênico; o preço e as condições e opções de pagamento, juntamente com promoções e descontos; enfim, a descrição completa do produto: para que serve, modo de usar, opções de modelos e cores personalizados; tudo isso faz a diferença quando se deseja vender algum produto, pois estas informações são básicas e dão credibilidade ao seu produto, além de obviamente, serem informações de interesse do próprio público antes de efetuar de fato a compra.

Segue o link para nossa apresentação de slides: "Pulse" e "Skins"

A psicologia na publicidade

Psicanálise, behaviorismo e Gestalt


Componentes:
ANAÍSE STEFANIE ROSA
MARCELA GONÇALVES DE QUEIROZ
MILENA LAGES FERREIRA
TAIS DOS SANTOS
THAIS CAROLINE
THAYSSA FERREIRA PIMENTA


1. PSICANÁLISE E PUBLICIDADE


A psicanálise aparece na publicidade, quando um desejo é “criado” ou “estimulado” dentro de nós. Isto porque nosso inconsciente é dotado de uma chamada pulsão de prazer, à qual às vezes consegue chegar à superfície, nos fazendo saciar o desejo da compra, ou tomar alguma atitude precipitada e nos encher de culpa, também por sermos tão desleixados a ponto de deixar que nosso inconsciente tome decisões por nós. Mas é exatamente desta brecha que a publicidade se aproveita para vender seus produtos.


Existe também, um ponto de vista semiótico, que surge na publicidade tomando referências emocionais, afetivas e simbólicas, no qual o produto nada mais é que um meio de acesso ao que ele representa. Então, dentro desta visão, todo ato de compra, mais que para satisfação material inerente, é, principalmente uma forma de proporcionar prazer.


Por exemplo, para matar a sede, fisicamente precisaríamos de água; mas nosso inconsciente clama por Coca-cola. Outra necessidade humana é se comunicar, mas não basta ser um celular qualquer; precisamos do iPhone. Portanto escondemos nossos desejos por trás de situações quotidianas, como comprar roupas, saciar a sede, ou nos comunicar.


2. BEHAVIORISMO E PUBLICIDADE


O behaviorismo têm uma ótica mais absoluta, onde a publicidade nos “ensina”, nos “educa”, e nos dá ordens, para que a necessidade do produto seja criada em nós. Essa ordem, às vezes é explicita, como, por exemplo, no comercial do chocolate Baton, cujo bordão era “Compre Baton... compre baton...”; ou, de uma forma mais despojada, no slogan da Nike “Just do it” (apenas faça); ou ainda, de forma quase imperceptível, nos supermercados, na disposição estratégica dos produtos nas prateleiras, quando as massas ficam coincidentemente perto de molhos de tomate e enlatados. É como se dissessem a nós que, se você vai fazer macarrão no jantar, vai precisar de molho, e de milho, e de ervilha, e de palmito, etc.


Então, assim como o rato de Skinner, também somos, de certo modo, condicionados pela publicidade a comprar seus produtos; e nem nos damos conta disso, ou, percebemos, mas não ligamos, pois já é algo tão intrínseco em nós que é uma reação automática, exatamente como a do rato, que, de tanto levarmos os choques de estímulo da publicidade, fazemos exatamente o que querem que façamos: a compra.


3. GESTALT E PUBLICIDADE


Nada como uma boa identidade visual, para que as pessoas se lembrem da sua marca/produto e façam as devidas associações, novamente de modo simbólico, ou semiótico, com situações, emoções e lembranças de sua vivencia. Como uma criança que não sabe ler, mas já tem em sua memória a logo da Coca-cola, e sabe que aquela garrafa se trata da bebida. Ou como tal marca acompanhou a vida de uma pessoa. Então o produto é associado a um momento que ele lhe proporcionou, ou algo que lhe foi ensinado, como a bandeira do Brasil;


A Gestalt trata das formas enquanto percepção humana; e a publicidade, por esta ótica, visa transmitir idéias e conceitos através de formas e imagens. Ou seja, a marca representa não só seu produto, mas uma idéia, um sentimento, uma ideologia.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Fotos


Olá! Segue logo abaixo as fotos do dia em que fomos caracterizados de acordo com o grupo de trabalho do PEP's.

Não esqueçam de comentar nesse post o que a professora pediu e orientou na última aula.






























Apresentação dos Produtos - Have Fun e Wake Me


Alunas: Luiza Lana Castro Madeira
Maria Luiza
             Sarah Gabriela Telles Silva
Thais Caroline da Silva Gonçalves


Nesses links se encontram a apresentação de produtos criados para a aula de Psicologia do Consumidor, curso de Publicidade e Propaganda do UniBH.

Clica e venha ver como ficou legal!!

Let's Have Fun today


Análise de campanhas publicitárias de acordo 

com as teorias de Psicanálise, Behaviorismo e Gestalt

Alunas: Luiza Lana Castro Madeira

             Sarah Gabriela Telles Silva



Lacta - Entregue-se



A campanha publicitária Entregue-se da Lacta, se utiliza da psicanálise para tentar seduzir os consumidores, oferecendo a eles uma ilusão de que aquele objeto é o que lhes falta. Como se o chocolate te levasse para um outro mundo, e lhe oferecesse uma sensação maravilhosa só de saboreá-lo. Podemos falar também sobre a questão do desejo saciado pela boca, como quando ainda bebês todos nós tínhamos, representando a fase oral da sexualidade.



Avon - Linha Glow, Você Com Super Poderes 



Utilizando-se da persuasão, a campanha da Avon - Linha Glow, Você com Super Poderes, tenta influenciar o comportamento dos consumidores, fazendo com que ele seja estimulado a comprar. A partir do momento na propaganda em que a mulher recebe os olhares dos homens por estar usando a maquiagem da Avon, isso causa um estímulo em quem está assistindo, sendo então, influenciada a comprar por querer que aconteça o mesmo que está acontecendo na propaganda.



Ariston Aqualtis



Nessa campanha publicitária da marca Aqualtis são utilizados elementos visuais, com a presença de cores, formas, textura, ilusões de ótica para chamar a atenção e mudando a percepção de quem vê a propaganda, havendo então um estímulo físico. Sendo assim a campanha pode ser associada a Gestalt.