Atividade realizada na semana experimental na disciplina de psicologia do consumidor aonde tínhamos que montar uma encenação nos colocando na pele dos nossos temas no PEPS. O meu grupo montou um "dia de visita em uma instituição", as angustias, os sentimentos e ações das crianças, antes durante e depois da visita. O sentimento do grupo se colocando um pouco na pele de crianças antes em situação de risco social e agora vivendo em abrigos(Instituição, casa de acolhimento), nós podemos ver como a visita de alguma pessoa de fora por mais que intensa, é angustiante por saber q vai ser poucas horas. A despedida é sempre muito melancólica, uma tempestade de carência se abate sobre todos, as palavras dizem que haverá novas visitas, mas só o tempo confirmara. Muito engrandecedor a experiência de se colocar mesmo q por alguns minutos na pela de outra pessoa. Agradeço a professora Cristina, por sempre está nós desafiando.
Seria ideal que todos, ao menos uma vez, se colocassem de fato no lugar do outro, pois somente assim se é capaz de entender diferentes realidades. Para esse trabalho tive que me colocar, ainda que por pouco tempo, no lugar de um morador de rua e afirmo que essa experiência me trouxe uma nova perspectiva. Existem vários esteriótipos que a sociedade estipulou sobre essa classe, mas minha experiência me permitiu compreendê-los muito além. Um morador de rua não é um "passa-fome", mas sim uma pessoa carente de afeto. Ele não é mais um "vagabundo" gue vaguea pelas ruas da cidade, mas sim alguém que recebe olhares assustados, cheios de temores e até impiedosos. Ele não é alguém sem identidade, mas sim sem compreensão. Afirmo isso pois senti na pele o que é a consequência de estar na rua, mas que para a maioria também foi a causa de ir pra lá. Através dessa experiência concluo que devemos sim nos despir de qualquer preconceito, parar de nos basear em esteriótipos e nos abrir parar enxergar as muitas realidades que estão muito além da que vivemos. Há muita gente lá fora precisando de ajuda, e você de alguma forma tem o que é preciso para ajudar.
Perdi o testamento que tinha escrito.. Que ****. Não acompanhei muito o trabalho dos outros grupos até porque nosso tempo foi curto.
Gostei muito do trabalho, a essência dele foi muito boa. Particularmente por ser o meu primeiro trabalho dessa forma eu não absorvi tudo o que poderia ter absorvido, entretanto mostrou claramente o básico/essencial de qualquer campanha de forma simples e objetiva, temos sempre que conhecer e se possível ser quem estamos ajudando/divulgando.. É como se fosse uma moeda, temos duas visões que fazem parte de um mesmo objeto.. Essa foi a principal lição que consegui tirar deste louco, mas muito bom trabalho, espero por mais destes! Haha
Foi realmente um desafio. Por muitas razões. O mais ironicamente cômico, por mais difícil que seja admitir, é que na verdade todos nós somos seres preconceituosos; mas estar do outro lado, faz toda a diferença e nos faz enxergar a situação com mais clareza. Não podemos continuar sendo preconceituosos. E, definitivamente depois desta experiência, acredito seremos menos preconceituosos. Eu acho que foi de extrema importância para o desenvolvimento do PEPS, pois somente nos colocando no lugar do outro é que podemos entender de fato como se sentem e como devemos agir para que as verdadeiras mudanças comessem.
Confesso que no início a ideia de me passar por um morador de uma comunidade carente para assemelhar o máximo possível dos frequentadores da ONG que estamos trabalhando chocou um pouco. Ao me caracterizar e andar entre os outros alunos da faculdade, que estavam totalmente alheios daquela situação, puder sentir os mais diversos sentimentos de uma só vez. É como se a realidade que tinha vivido até o momento não existisse mais e eu fosse de fato uma moradora da comunidade. E confesso que perceber olhares esnobes e risadas de algumas pessoas nesse curto período foi o de menos. Pessoas nessas condições como eles tem problemas muito maiores do que uma roupa rasgada/velha para lidar e devem ser tratadas com o devido respeito. Precisam de ajuda, não descaso ou indiferença. É preciso deixar de lado questões mesquinhas e começar a se preocupar com o que de fato é válido, como ter amor ao próximo. O engraçado é poder perceber bem mais nítido depois dessa experiência que vivemos, como um status social pode influenciar tanto no comportamento das pessoas no geral. E que a todo o momento estamos julgando os outros e sendo julgados das mais diferentes formas, sejam com olhares, gestos, atitudes, enfim... E mesmo pensando não ter preconceito, acho que acabei por cometê-lo em algum momento sem nem ao menos perceber. Acredito que se não fosse por esse trabalho proposto pela professora Cristina, nós nunca teríamos a chance de fazer parte, mesmo por um tempo breve, da realidade com a qual essas pessoas vivenciam diariamente. É um aprendizado que sem dúvida levarei comigo daqui em diante. O diferente existe sim, não deve ser ignorado e pode até mesmo incomodar ou impactar, mas não significa que isso da o direito a alguém de se julgar melhor que o outro. O que as pessoas precisam é aprender a ser mais tolerante e aceitar as diferenças, para assim fazer dessa uma sociedade melhor.
A atividade realizada,foi uma simulação do que o meu grupo pode presenciar e sentir,após uma visita a uma Instituição. Presenciamos seres humanos necessitados de carinho,atenção,e que não necessitam apenas de ações que sejam assistenciais. É necessárias ações que levem mudanças ou superação ao indivíduo,situação que eu desejo pessoalmente agregar para minha vida de forma interiorizada,e de alguma forma como já estamos fazendo,levar a algumas pessoas leigas sobre a verdadeira necessidade destas pessoas que sobrevivem em abrigos,Instituições ou nas ruas. E o que ficou bem claro quanto na visita feita a Instituição,quanto na encenação apresentada, é que bens materias como os presentes no caso, não superaram um carinho,um beijo,um abraço,ou uma atenção dada a uma pessoa seja ela qual for. Quanto as atividades apresentadas pelos outros grupos, concordo com alguns comentários já ditos de que o preconceito é o principal fator de divisor da nossa sociedade. Independentemente de sua classe social. E não há forma melhor de se entender o próximo, do que se colocar no lugar dele. Me sinto engrandecido de alguma forma ao saber que pude ajudar o próximo e que posso ajudar ainda mais com o grande aprendizado que obtive nesse projeto PEPS. E sem duvidar de qualquer palavra que já foi postada,espero que todos nós(alunos) possamos conseguir colocar em prática tudo o que dissemos e absolvemos das atividades exercidas.
Quando foi proposto realizar um trabalho em que deveríamos nos vestir e comportar como o público em que estamos trabalhando no PEPS, me senti incomodada. Mas depois de realizá-lo, me colocar no lugar deles e sentir os olhares diferenciados, a forma de agir das pessoas mudando, e ate escutei alguém dizendo “ esconde a carteira que vem um trombadinha!”, me mostrou o quão somos preconceituosos, formamos estereótipos e tratamos as pessoas não pelo que elas são e sim pelo que aparentam ser. Este trabalho foi muito importante para percebermos que devemos deixar o preconceito , e tenho certeza que nossa forma de relacionar com estas pessoas será diferenciada.
Com a realização do trabalho com as características propostas pela professora, sobre o modo de vestuário, de atuação e o local que o trabalho deveria ser realizado, me senti com bastante vergonha e desmotivada para realizar o trabalho. Más com o decorrer da situação, com os olhares que vivenciei, como se estivessem nos julgando ou pensando ``o que essas pessoas estão fazendo em um local privado" ou "que horror", pude compreender como as crianças e os jovens da ong que estamos realizando o nosso trabalho, e também as demais crianças vulneráveis se sentem diante da sociedade. Naquele dia, pude compreender melhor que não devo julgar as pessoas ao meu redor ou nas ruas, somente pelas suas características físicas, achando que qualquer pessoa é um assaltante ou algo parecido, pois fomos julgados somente pela nossa aparência, sem saberem por vezes, o motivo daquela situação, que era a realização do trabalho. Assim, concluo que no final, o meu pensamento se inverteu e pude valorizar o trabalho e entender o motivo pelo qual foi proposto, para que possamos analisar sempre todos ao nosso redor, sem preconceitos, ofensas e desrespeitos, más sim com amor e solidariedade.
Levando em consideração a proposta de ilustrar um pouco o cotidiano verídico das crianças e adolescentes que são os "personagens" do nosso trabalho PEPS, pôde particularmente me fazer ter um olhar menos preconceituoso quanto à essas pessoas. Que vivem em comunidades vulneráveis de Belo Horizonte. A ideia de levar um pouco do que estamos presenciando com a construção do PEPS, além de ter sido muito boa para que os outros pudessem participar desse cenário mesmo que ludicamente, mostrou também que temos um preconceito abafado. Nos trataram bem porque estávamos dentro da faculdade e jamais conseguiríamos se quer entrar na faculdade caso não fôssemos alunos. Pude notar vários olhares e comportamentos. Nada muito diferente do que realmente acontece na rua, com crianças/adolescentes/moradores de rua de verdade. A cara de "você não deveria estar aqui" estampada na cara das pessoas é impossível não notar. Mas bom, a dinâmica foi ótima para essa reflexão de estar no lugar do outro, sob essas condições.
As fotos ficaram ótimas!
ResponderExcluirObg Thais, seu coments foi o melhor!
ExcluirMas eu acho q não era esse tipo de comentário proposto pela prof.
Atividade realizada na semana experimental na disciplina de psicologia do consumidor aonde tínhamos que montar uma encenação nos colocando na pele dos nossos temas no PEPS.
ResponderExcluirO meu grupo montou um "dia de visita em uma instituição", as angustias, os sentimentos e ações das crianças, antes durante e depois da visita. O sentimento do grupo se colocando um pouco na pele de crianças antes em situação de risco social e agora vivendo em abrigos(Instituição, casa de acolhimento), nós podemos ver como a visita de alguma pessoa de fora por mais que intensa, é angustiante por saber q vai ser poucas horas. A despedida é sempre muito melancólica, uma tempestade de carência se abate sobre todos, as palavras dizem que haverá novas visitas, mas só o tempo confirmara.
Muito engrandecedor a experiência de se colocar mesmo q por alguns minutos na pela de outra pessoa.
Agradeço a professora Cristina, por sempre está nós desafiando.
Seria ideal que todos, ao menos uma vez, se colocassem de fato no lugar do outro, pois somente assim se é capaz de entender diferentes realidades. Para esse trabalho tive que me colocar, ainda que por pouco tempo, no lugar de um morador de rua e afirmo que essa experiência me trouxe uma nova perspectiva. Existem vários esteriótipos que a sociedade estipulou sobre essa classe, mas minha experiência me permitiu compreendê-los muito além. Um morador de rua não é um "passa-fome", mas sim uma pessoa carente de afeto. Ele não é mais um "vagabundo" gue vaguea pelas ruas da cidade, mas sim alguém que recebe olhares assustados, cheios de temores e até impiedosos. Ele não é alguém sem identidade, mas sim sem compreensão. Afirmo isso pois senti na pele o que é a consequência de estar na rua, mas que para a maioria também foi a causa de ir pra lá. Através dessa experiência concluo que devemos sim nos despir de qualquer preconceito, parar de nos basear em esteriótipos e nos abrir parar enxergar as muitas realidades que estão muito além da que vivemos. Há muita gente lá fora precisando de ajuda, e você de alguma forma tem o que é preciso para ajudar.
ResponderExcluirPerdi o testamento que tinha escrito.. Que ****. Não acompanhei muito o trabalho dos outros grupos até porque nosso tempo foi curto.
ResponderExcluirGostei muito do trabalho, a essência dele foi muito boa. Particularmente por ser o meu primeiro trabalho dessa forma eu não absorvi tudo o que poderia ter absorvido, entretanto mostrou claramente o básico/essencial de qualquer campanha de forma simples e objetiva, temos sempre que conhecer e se possível ser quem estamos ajudando/divulgando.. É como se fosse uma moeda, temos duas visões que fazem parte de um mesmo objeto.. Essa foi a principal lição que consegui tirar deste louco, mas muito bom trabalho, espero por mais destes! Haha
Foi realmente um desafio. Por muitas razões. O mais ironicamente cômico, por mais difícil que seja admitir, é que na verdade todos nós somos seres preconceituosos; mas estar do outro lado, faz toda a diferença e nos faz enxergar a situação com mais clareza. Não podemos continuar sendo preconceituosos. E, definitivamente depois desta experiência, acredito seremos menos preconceituosos.
ResponderExcluirEu acho que foi de extrema importância para o desenvolvimento do PEPS, pois somente nos colocando no lugar do outro é que podemos entender de fato como se sentem e como devemos agir para que as verdadeiras mudanças comessem.
Confesso que no início a ideia de me passar por um morador de uma comunidade carente para assemelhar o máximo possível dos frequentadores da ONG que estamos trabalhando chocou um pouco. Ao me caracterizar e andar entre os outros alunos da faculdade, que estavam totalmente alheios daquela situação, puder sentir os mais diversos sentimentos de uma só vez. É como se a realidade que tinha vivido até o momento não existisse mais e eu fosse de fato uma moradora da comunidade. E confesso que perceber olhares esnobes e risadas de algumas pessoas nesse curto período foi o de menos. Pessoas nessas condições como eles tem problemas muito maiores do que uma roupa rasgada/velha para lidar e devem ser tratadas com o devido respeito. Precisam de ajuda, não descaso ou indiferença. É preciso deixar de lado questões mesquinhas e começar a se preocupar com o que de fato é válido, como ter amor ao próximo.
ResponderExcluirO engraçado é poder perceber bem mais nítido depois dessa experiência que vivemos, como um status social pode influenciar tanto no comportamento das pessoas no geral. E que a todo o momento estamos julgando os outros e sendo julgados das mais diferentes formas, sejam com olhares, gestos, atitudes, enfim... E mesmo pensando não ter preconceito, acho que acabei por cometê-lo em algum momento sem nem ao menos perceber. Acredito que se não fosse por esse trabalho proposto pela professora Cristina, nós nunca teríamos a chance de fazer parte, mesmo por um tempo breve, da realidade com a qual essas pessoas vivenciam diariamente. É um aprendizado que sem dúvida levarei comigo daqui em diante. O diferente existe sim, não deve ser ignorado e pode até mesmo incomodar ou impactar, mas não significa que isso da o direito a alguém de se julgar melhor que o outro. O que as pessoas precisam é aprender a ser mais tolerante e aceitar as diferenças, para assim fazer dessa uma sociedade melhor.
A atividade realizada,foi uma simulação do que o meu grupo pode presenciar e sentir,após uma visita a uma Instituição. Presenciamos seres humanos necessitados de carinho,atenção,e que não necessitam apenas de ações que sejam assistenciais. É necessárias ações que levem mudanças ou superação ao indivíduo,situação que eu desejo pessoalmente agregar para minha vida de forma interiorizada,e de alguma forma como já estamos fazendo,levar a algumas pessoas leigas sobre a verdadeira necessidade destas pessoas que sobrevivem em abrigos,Instituições ou nas ruas. E o que ficou bem claro quanto na visita feita a Instituição,quanto na encenação apresentada, é que bens materias como os presentes no caso, não superaram um carinho,um beijo,um abraço,ou uma atenção dada a uma pessoa seja ela qual for.
ResponderExcluirQuanto as atividades apresentadas pelos outros grupos, concordo com alguns comentários já ditos de que o preconceito é o principal fator de divisor da nossa sociedade. Independentemente de sua classe social.
E não há forma melhor de se entender o próximo, do que se colocar no lugar dele.
Me sinto engrandecido de alguma forma ao saber que pude ajudar o próximo e que posso ajudar ainda mais com o grande aprendizado que obtive nesse projeto PEPS.
E sem duvidar de qualquer palavra que já foi postada,espero que todos nós(alunos) possamos conseguir colocar em prática tudo o que dissemos e absolvemos das atividades exercidas.
Quando foi proposto realizar um trabalho em que deveríamos nos vestir e comportar como o público em que estamos trabalhando no PEPS, me senti incomodada. Mas depois de realizá-lo, me colocar no lugar deles e sentir os olhares diferenciados, a forma de agir das pessoas mudando, e ate escutei alguém dizendo “ esconde a carteira que vem um trombadinha!”, me mostrou o quão somos preconceituosos, formamos estereótipos e tratamos as pessoas não pelo que elas são e sim pelo que aparentam ser. Este trabalho foi muito importante para percebermos que devemos deixar o preconceito , e tenho certeza que nossa forma de relacionar com estas pessoas será diferenciada.
ResponderExcluirCom a realização do trabalho com as características propostas pela professora, sobre o modo de vestuário, de atuação e o local que o trabalho deveria ser realizado, me senti com bastante vergonha e desmotivada para realizar o trabalho.
ResponderExcluirMás com o decorrer da situação, com os olhares que vivenciei, como se estivessem nos julgando ou pensando ``o que essas pessoas estão fazendo em um local privado" ou "que horror", pude compreender como as crianças e os jovens da ong que estamos realizando o nosso trabalho, e também as demais crianças vulneráveis se sentem diante da sociedade. Naquele dia, pude compreender melhor que não devo julgar as pessoas ao meu redor ou nas ruas, somente pelas suas características físicas, achando que qualquer pessoa é um assaltante ou algo parecido, pois fomos julgados somente pela nossa aparência, sem saberem por vezes, o motivo daquela situação, que era a realização do trabalho. Assim, concluo que no final, o meu pensamento se inverteu e pude valorizar o trabalho e entender o motivo pelo qual foi proposto, para que possamos analisar sempre todos ao nosso redor, sem preconceitos, ofensas e desrespeitos, más sim com amor e solidariedade.
Levando em consideração a proposta de ilustrar um pouco o cotidiano verídico das crianças e adolescentes que são os "personagens" do nosso trabalho PEPS, pôde particularmente me fazer ter um olhar menos preconceituoso quanto à essas pessoas. Que vivem em comunidades vulneráveis de Belo Horizonte. A ideia de levar um pouco do que estamos presenciando com a construção do PEPS, além de ter sido muito boa para que os outros pudessem participar desse cenário mesmo que ludicamente, mostrou também que temos um preconceito abafado. Nos trataram bem porque estávamos dentro da faculdade e jamais conseguiríamos se quer entrar na faculdade caso não fôssemos alunos. Pude notar vários olhares e comportamentos. Nada muito diferente do que realmente acontece na rua, com crianças/adolescentes/moradores de rua de verdade. A cara de "você não deveria estar aqui" estampada na cara das pessoas é impossível não notar. Mas bom, a dinâmica foi ótima para essa reflexão de estar no lugar do outro, sob essas condições.
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